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terça-feira, 29 de março de 2011

Pinhal da Torre presta homenagem à fauna da região do Tejo

O Charroco, a Popa e o Lince-Ibérico são os protagonistas dos novos rótulos dos vinhos Quinta do Alqueve da Pinhal da Torre, numa homenagem da produtora de vinhos de excelência do Tejo à fauna regional.

Estes três animais da região do Tejo – um peixe, uma ave e um mamífero ameaçado pelo fantasma da extinção – foram imortalizados nos rótulos dos novos vinhos da Pinhal da Torre (Tradicional, Chardonnay e Fernão Pires) pela mão do premiado ilustrador e pintor russo Eugene Ivanov.

A sua história é depois contada em jeito de fábula no contra-rótulo: o fabuloso destino de um peixe de aspecto bizarro e assustador, que vive a maior parte do tempo enterrado nas profundezas do Tejo, mas cuja espécie até já integrou missões espaciais da NASA; ou a lenda de uma ave de beleza rara, que percorre a mitologia grega, a Bíblia e o Alcorão, mas que também pode ser encontrada nas vinhas da Pinhal da Torre, em Alpiarça. Por fim, a lenda de um felino notável, que recebe o seu nome de um herói mitológico e que, outrora, antes da ameaça real de extinção, se passeava pela bacia do Tejo, imponente, com as suas características barbas e pêlos em forma de pincel na ponta das orelhas.

A Pinhal da Torre pretende com o lançamento destes novos rótulos, cuja concepção gráfica é da responsabilidade da agência Hortelã Magenta, promover a beleza e riqueza natural da região vitivinícola na qual se insere, incorporando também as preocupações ambientais, de sustentabilidade e de defesa da biodiversidade que fazem parte da sua filosofia e missão, enquanto produtor de vinhos de excelência.

Os novos vinhos Quinta do Alqueve da Pinhal da Torre vão estar disponíveis a partir do final do mês de Abril, nas melhores garrafeiras nacionais, nos supermercados El Corte Inglés, e na cadeia Recheio.

Eis os rótulos dos novos vinhos:

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Vale D'algares Guarda Rios e Selection

É a vez dos brancos, Guarda Rios e Selections, ambos da colheita de 2009.




Guarda Rios Branco 2009
Produtor - Vale D'Algares
Região - Tejo
Grau - 13%vol
Preço - A partir de 7€
AVIN - AVIN8039719441165
Feito a partir das castas Chardonnay, Sauvignon Blanc, Alvarinho e Arinto, este vinho fermentou em cubas de inox a baixas temperaturas, com a excepção de 35% do lote, que fermentou em barricas novas de carvalho francês.
Apresentou uma cor palha com laivos esverdeados.
Aroma franco e demasiado contido, com sugestões de fruto de caroço e laranjas a que se juntam notas vegetais e leves sugestões fumadas.
Boca com volume e alguma cremosidade num final com sabor, de boa acidez e final mediano. Novamente, à semelhança do rosé, denota a necessidade de uma maior frescura.
É um bom branco, que terá de certa maneira sofrido com a tipicidade da colheita, ainda assim considero uma boa aposta para os meses que se seguem, quando não queremos gastar muito.
Nota 15


Vale D'algares selection Branco 2009
Produtor - Vale D'Algares
Região - Tejo
Grau - 14%vol
Preço - a partir de 13€
AVIN - AVIN5443022400499
Feito a partir das castas Viognier, Alvarinho e Verdelho, este vinho fermentou em barricas novas de carvalho francês.
Apresentou uma cor palha.
Aroma ainda algo tímido mas já a mostrar boa profundidade. Neste momento apresenta algumas notas de barrica mas ainda assim é harmonioso no aroma, não é exuberante nem é fechado, é misterioso. Surgem entretanto sugestões de citrinos e mineralidade.
Na boca está muito bem. Muito saboroso, com volume e cremosidade num final longo e de bela acidez.
Um passo enorme acima dos restantes brancos da casa. Novamente não consideraria um vinho que se preza pela enorme frescura, mas este selection tem muito mais, muitos mais argumentos. No meu entender, para já não tenha pressa em abri-lo, até porque notei algum sulfuroso, sendo certo que caso o abra irá decerto gostar.
Nota 16,5

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Guarda Rios Rosé 2009

Voltamos a provar o Guarda Rios Rosé, desta feita na versão de 2009.

Guarda Rios Rosé 2009
Produtor - Vale d'Algares
Região - Tejo
Grau - 13,5% vol
Preço - A partir de 6€
AVIN - AVIN4771527529812
Feito a partir das castas Syrah, Touriga Nacional e Aragonêz, este vinho fermentou em inox, sendo de imediato engarrafado.
Côr rosada com alguma concentração.
Aromas iniciais a mina de lápis. Seguiram sugestões de ameixas, groselhas e pequenos apontamentos vegetais. Apesar de ter alguma frescura, um ligeiro desvio alcoólico consegue comandar o aroma.
Na boca mantém-se o perfil "morno", quente e fresco, num conjunto de bom volume e boa acidez. Final mediano mas saboroso.
É um rosé, no meu entender, a prestar-se à meia estação. Não sendo muito pesado, nem sendo muito quente, no meu entender, beneficiava com maior frescura. Ainda assim, e pelo preço sugerido, não deixa de ser um bom rosé.
Nota 14,5

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Fiuza Sauvignon Blanc

A Fiuza, empresa que se posiciona na Região Tejo, começou em 1985, como resultado de uma parceria entre a família Fiuza e o enólogo Australiano Peter Bright.
Cedo começaram a apostar em castas internacionais, que foram plantado à medida que a empresa ia adquirindo as suas Quintas.
Este vinho vem de uma quinta, a Granja, que se situa junto a Santarém, mais propriamente na população de Romeira. É desta Quinta, com 67 Hectares, e onde foram plantadas exclusivamente castas internacionais francesas, que nos chega o vinho que agora provo.
Uma curiosidade, este Sauvignon, é da colheita de 2009 e indicado como sendo o primeiro vinho da colheita a ser apresentado. No meu caso é o primeiro vinho, engarrafado, de 2009. Vamos então ao vinho:


Fiuza Sauvignon Blanc 2009
Produtor - Fiuza
Região - Tejo
Grau - 12,5% vol
Preço - Cerca de 4€
Feito exclusivamente da casta Sauvignon Blanc, este vinho fermentou em inox, com temperatura controlada a 14 ºC.
De bonita côr citrina, este é um caso de um vinho muito fresco, aproveitando o tipo de vinificação, associando ao lançamento precoce e às características da própria casta. O vinho mantém todo um perfil de fruto tropical, ao longo de toda a prova. Em vários momentos, aparecem sugestões herbáceas e as sensações de frescura.
Na boca o vinho até tem estrutura, ainda que mediana, para poder ir um pouco mais além do estigma de bebida de ocasião. É um vinho que acompanhará perfeitamente marisco e saladas. Continua fresco na boca, com sabor e dá prazer.
É daqueles vinhos que dá sempre jeito ter por perto. É barato, versátil, pouco alcoólico e bem feito.
Nota 14

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