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sábado, 15 de dezembro de 2007

Frescura nas Marias

Construída em oito hectares de terras de primeira qualidade e situada entre as margens dos rios Dão e Mondego, no meio de colinas de granito, a Quinta das Marias encontra-se no local ideal para a produção de vinho de excepcional qualidade. (informação obtida em www.quintadasmarias.com).
Esta Quinta tem dado muito que falar nos últimos tempos devido à excelente prestação dos vinhos que apresentou durante este ano. Já provei, infelizmente em condições que não me permitiram colocar aqui, os vinhos que irão ser apresentados em 2008 e segundo me pude aperceber, parece que a qualidade se irá manter.
Este que provo hoje é um vinho que já o provei por várias vezes, sendo que nesta vez:

Quinta das Marias Encruzado Branco 2006
Produtor - Quinta das Marias
Região - Dão
Grau - 14% vol
Produzido a partir da casta Encruzado, este vinho apresenta uma límpida e bonita côr citrina. Na boca salta logo alguma vivacidade, na qual absorvemos as notas citrinas, notas florais e ligeiro, mas interessante, salgado.
Na boca todo ele é frescura, que é garantida pela excelente acidez, própria desta casta. Termina muito bem e saboroso.
Este Encruzado é o vinho de entrada dos brancos da Quinta da Marias, e mostra que um vinho para ser bom, não precisa de ser caro. Este é uma excelente relação do preço com a qualidade e como é óbvio, não o vai deixar ficar mal.
Nota 15,5

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Vinhas Velhas da Sequeira

Quinta da Sequeira Vinhas Velhas Branco 2006
Produtor - Mário Jorge Cardoso
Região - Douro
Grau - 15,5% Vol
A Quinta da Sequeira está situada no Douro Superior, onde existe uma parcela de 15ha de vinha velha, com mais de 100 anos. Feito a partir das castas Malvasia Fina, Rabigato Gouveio e Códega do Larinho, este vinho estagiou depois por 6 meses em barricas de carvalho francês e finalizou o estágio com 2 meses em garrafa.
Côr amarela palha. Na boca mostra-se frutado no ataque, com notas de citrinos e de alguma fruta branca como pêra e melão que assentam sob um fundo de algumas notas fumadas e anisadas.
Na boca encontramos, um vinho gordo, cheio e adocicado, pelos seus 15,5% vol de álcool, mantendo no entanto uma belíssima acidez e final pujante que evita que o vinho caia em excessos. Até gostei, mas realmente o seu teor alcoólico parece estragar um vinho que seria bem mais apelativo. Esperemos pelos próximos capitulos.
Nota 15,5

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Dona Berta

Dona Berta Rabigato 2005
Produtor - Hernâni Verdelho
Região - Douro
Grau - 13% vol
Vindo de Freixo do Numão, no Douro Superior, este é um vinho branco feito apenas de uma casta, a Rabigato. Tem como curiosidade o facto de se terem aliado vinhas novas a vinhas com mais de 150 anos.
Tem uma bonita, e brilhante, cor amarela pálida. No aroma mostra citrinos e com o aumento da temperatura no copo algum pêssego. No entanto a base deste vinho é o aroma vegetal aliado a uma certa sensação adocicada que inclusive que me fez lembrar côco ralado.
Na boca é para mim a parte mais cativante devido a uma acidez extremamente bem colocada que permite que este vinho, ao longo de toda a prova, seja fresco, vivo, persistente e guloso. Bom vinho que ainda "está para as curvas" e que merece ser revisitado sempre que possível. Acompanhou com dignidade um festival de mariscos e até me satisfez a sós, após a refeição.
Nota 16,5

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Chocapalha

Chocapalha Branco 2003
Produtor - Quinta de Chocapalha
Região - Estremadura
Grau - 13,5% vol
Provado em prova cega. Este branco é feito com Chardonnay (60%) e Arinto (40%). Nesta equação apenas o Chardonnay passou por madeira de carvalho francês.
De cor dourada. Neste vinho estava um dos aromas mais confusos e interessantes que tive a oportunidade de encontrar. Aroma algo evoluído, traduzido por notas intensas de azeite, alguma pêra e muita manteiga.
Na boca mantém o pendor do nariz e mostra um vinho com acidez bem colocada mas que parece já ter alguma evolução. Não está mal, mas não sei se estamos perante uma evolução no sentido positivo. A beber.
Nota 16

Trimbach

Cuvée des Seigneurs de Ribeaupierre Gewurztraminer 1999
Produtor - Trimbach
Região - Alsácia (França)
Grau - 13,5% vol
Provado em prova cega. Mal se encosta o nariz junto a este vinho, o aroma "a Colheita Tardia" inunda-nos as narinas e de imediato a associação que se faz é de um vinho estrangeiro e cujas uvas já deviam ter estado avançado de maturação, quando vindimadas.
Na cor está um dourado brilhante. No nariz uma complexidade muito bem vinda com notas de muita lichia, algum citrino onde se reconhece de imediato o limão, muita especiaria e agradável fragrância de rosas.
Na boca um vinho denso, intenso e xaropado, com ataque adocicado e final ligeiramente amargo de boa persistência. No meu entender e talvez pelos anos que já passaram, peca apenas por alguma falta de acidez. Estamos perante um bom Gewurztraminer mas que no meu entender será uma opção mais válida para um final de refeição.
Nota 17

domingo, 25 de novembro de 2007

Uma composição poética, que exprime um pensamento fino, lisonjeiro e terno

Quinta do Monte D'Oiro Madrigal 2006
Produtor - José Bento dos Santos
Região - Estremadura
Grau - 14% vol
A definição que se encontra em título é mesmo pertença da palavra Madrigal e assenta muito bem com o que encontrei neste vinho. Este vinho branco 100% Viognier foi provado em prova cega.
Bonita cor palha com laivos esverdeados. No aroma, complexo, mostra um ataque de fruto banana e limão acompanhados por fruto seco amendoado, ligeiro floral e ainda ligeiro vegetal. A composição aromática termina com uma profunda sensação de anis.
Na boca o predominância é o equilíbrio de partes. Tem volume, acidez muito bem medida e um final persistente. É um vinho muito fino, equilibrado e até certo ponto com alguma frescura saciante. Para mim, o melhor madrigal até hoje.
Nota 17,5

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Um "Conceito" Inovador

Conceito Branco 2006
Produtor - Rita Marques
Região - Douro
Grau - 13,5% vol
Este foi um dos brancos que mais me impressionou aquando de um jantar de amigos e mais tarde no Vinum Calipolle, em Vila Viçosa.
Feito por uma talentosa enóloga, que vem advogando entre os grandes do mundo da enologia, este vinho resulta de um lote de castas brancas tradicionais do Douro e que pertencem a vinhas muito velhas. Estagiou 10 meses, metade em barricas novas de carvalho Francês e a outra metade em barricas novas de carvalho do Cáucaso.
Provado às cegas. Cada vez que me cruzo com este vinho, está diferente. A minha primeira sugestão foi a de um vinho estrangeiro. No aroma é pura elegância, não precisa de nenhuma exuberância, precisa sim é de mostrar que quem esta aqui é aristocrata. Notas de pêras quase maduras, algum ananás e toques florais sob um brilhante fundo mineral e anisado. A barrica mostra-se de tal maneira indelével que nos permite afirmar que está integrada na perfeição. Na boca é pura seda, elegante, macio, redondo e afinado. Mas para que não pense que se fica por aqui, a acidez deste vinho é brilhante e permite-nos desde já esta maravilhosa prova, mas prevendo uma interessante vida em garrafa. Este vinho, de estreia desta enóloga, está a cada dia melhor e mais afinado. Um caso sério que a continuar assim nos próximos anos tornar-se-á num vinho de culto.
Nota 18

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Roseira & Duarte

Gouvyas Reserva Branco 2003
Região - Douro
Produtor - Bago de Touriga
Grau - 13,5% vol
Este vinho foi feito por uma dupla de sucesso no Douro, João Roseira e o Enólogo Luís Soares Duarte. Feito a partir das castas Códega do Larinho, Rabigato e Malvasia, estagiou durante 16 meses em barricas de carvalho com bâtonnage.
De uma cor bem mais amarelada do que da ultima vez que provei, apresenta aromas de fruta em calda, ainda algum vegetal e uma sensação de doçura que nos remete para sugestões de mel que são acompanhadas por interessantes aromas de miolo de pão/fermento. Na boca está um vinho feito, sóbrio, com boa acidez e corpo mas que poderá começar a tender para uma descida de forma.
Nota 16

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Uma nova Amantis

Alentejo - Dona Maria Amantis Branco 2006
Com 14% vol, este vinho apresenta uma bonita cor amarelada. No aroma mostra fruta bonita, com vegetal, e muitas notas tostadas e fumadas. Na boca mostra um vinho untuoso onde se nota elegância e um final longo. Mais estruturado que o Dona maria, este Maria Amantis promete ser mais vinho. Confesso que são estes os vinhos que me agradam no mundo dos brancos, Estrutura e elegância.
Nota 17

sábado, 29 de setembro de 2007

Um Borgonha Branco

França (Borgonha) - Joseph Drouhin Laforet Chardonnay 2001
Com 13% vol, este vinho apresenta uma côr amarela. No nariz está algo oxidado e com muitos aromas fumados, no entanto podemos encontrar alguma fruta (pessego). Na boca mostra-se um vinho com bastante acidez e final médio.
Nota 14,5

O meu primeiro Sylvaner

França (Alsácia)- Domaine Scherb Sylvaner 2001 Vielles Vignes Cuvée Christiane
Este Vinho de garrafa azul, com 13%vol e uma bonita côr dourada, ostenta um aroma muito melado, cheio de fruto tropical, doce e com nuances vegetais. Na boca temos um vinho algo gordo, com boa acidez e que termina longo mas ligeiramente amargo. Este é um vinho que não é possivel encontrar no nosso país.
Nota 15,5

terça-feira, 25 de setembro de 2007

A frescura do Ribatejo

Quinta do Alqueve Fernão Pires 2006
De uma côr palha bem bonita, este vinho apresenta um aroma cristalino a citrinos ainda que com notas de maçãs verdes e algum pêssego. Frescura e leveza são os aliados deste vinho para a estação do verão. Termina Médio/Longo. Aproveite que está na altura destes vinhos.
Nota 15

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